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sábado, 15 de setembro de 2012

Conselho

Este é de Francis Bacon e eu li no livro do Harold Bloom: Como e Por que ler. Livro que amo. Principalmente quando ele fala que temos que ler Whitman (coraçõezinhos) para entender o desenvolvimento da sociedade americana. Mas enfim, o conselho é este:

"Não leia com o intuito de contradizer ou refutar, nem para acreditar ou concordar, tampouco para ter o que conversar, mas para refletir e avaliar."

Simples assim.

terça-feira, 17 de março de 2009

Mais Harold Bloom - o crítico

Amanhã vou falar sobre literatura contemporânea em língua inglesa para uma de minhas turmas. E sempre tem um milhão de assuntos pra falar em 1 hora e 40. Mas tudo bem.

Anyway, sempre releio o que Harold Bloom fala... e sei que o assunto não é em si o que falarei amanhã, mas foi isso que me chamou a atenção (de novo):

"Borges atribuía tal universalismo à suposta magnanimidade de Shakespeare, mas a referida qualidade constitui uma grande metáfora do diferencial shakespeariano, diferencial esse que, ao final, é sua imensa força cognitiva. Sem perceber, frequentemente, lemos em busca de mentes mais originais do que a nossa."

É claro.

E preciso ler mais Borges e mais Shakespeare. Aliás, todos nós.

quarta-feira, 17 de setembro de 2008

Mais de Harold Bloom

Só uma frase de Harold Bloom: "Caso pretenda desenvolver a capacidade de formar opiniões críticas e chegar a avaliações pessoais, o ser humano precisará continuar a ler por iniciativa própria."

Sem comentários.

quinta-feira, 4 de setembro de 2008

O crítico - Harold Bloom


Harold Bloom talvez seja hoje o crítico literário mais importante do mundo. Eu adoro "Como e por que ler", escrito em 1999/2000. No prefácio e no prólogo ele tenta nos explicar porque lemos. E as razões são ótimas (e corretas).

Um pequento trecho:

"Ler nos conduz à alteridade, seja à nossa própria ou à de nossos amigos, presentes ou futuros. Literatura de ficção é alteridade e, portanto, alivia a solidão. Lemos não apenas porque, na vida real, jamais conheceremos tantas pessoas como através da leitura, mas, também, porque amizades são frágeis, propensas a diminuir em número, a desaparecer, a sucumbir em decorrência da distância, do tempo, das divergências, dos desafetos da vida familiar e amorosa".

Obs - a foto é do site da editora objetiva (que publica os livros dele no Brasil).