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domingo, 16 de outubro de 2011

Segundas intenções


No final da introdução do livro, Nilton Bonder fala o seguinte:

"Talvez você, leitor, se convença - como tento eu no esforço de escrever este livro - de que nos é mais cara a existência do que a presença; de que a primeira é mais suscetível a nos ser subtraída do que a segunda; e de que na vida a essência verdadeira está no uso, e não na posse."

A essência está no uso, e não na posse. Minha frase favorita so far.

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Segundas intenções

E diz Nilton Bonder:

"Não é tanto o que me dói que me assusta, mas o que pode doer!", diz o Eu vestido de alma.

Segundas inteções - vestindo o corpo moral.

terça-feira, 16 de agosto de 2011

Segundas intenções

Acabei o livro do Nilton Bonder. Complexo. Muito bom. E na página 118:

"Pela vestimenta manifestamos uma honestidade que proclama: 'quem está aqui presente não sou eu, mas meu sujeito vestido de segundas intenções! para conhecer a verdade de minha nudez não se iluda por este Eu que me representa, ele é sinal de minha presença e também de minha ausência."

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Segundas Intenções

E um trechinho do livro "Segundas Intenções: vestindo a alma moral" do Nilton Bonder:

"A vida nos levará ao chão quando, com o peso da Verdade, não pudermos mais alçar vôos pela alma. E também nos levará ao vazio quando, leves demais, perdermos contato com a densidade dos fatos do corpo. A alma fere o corpo com traições morais e o corpo fere a alma com verdades."

Página 110.

Bom final de semana, queridos leitores.

terça-feira, 19 de julho de 2011

Nilton Bonder

"Não há saída para o viver senão em meio à ambivalência."

Nilton Bonder, no seu livro novo, já comentado aqui.

quinta-feira, 30 de junho de 2011

Segundas Intenções

Sei que não há comentários nos últimos posts, mas estou perseverando nos posts. E sei que vocês estão por aí sim.

E na introdução do novo livro do Nilton Bonder:

"Há purezas que são devassas e há depravações que são santas. Há naturalidades que são falsas e há invenções que são originais. Tudo dependerá de onde estiver a intenção, no seu lugar de primeira ou de segunda."

terça-feira, 28 de junho de 2011

Nilton Bonder


Livro novo...."Segundas intenções: vestindo a alma moral."

quarta-feira, 13 de abril de 2011

A alma imoral

Tanto tempo sem falar dela, não é mesmo? A peça está em cartaz em São Paulo novamente.

E na página 59:

"O corpo é o responsável por uma intrincada rede de negociações psíquicas para que possamos nos preservar tal como somos. No entanto, fizeram com que acreditássemos que ele nos tenta constantemente com seus desejos. É a alma que fica inconformada com os sacrifícios vazios do corpo e é ela a responsável pelos atrevimentos, ousadias, riscos e transgressões."

Nilton Bonder.

Sem mais.

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Voltando para a Alma Imoral

Página 50

"O futuro existe se vocês marcharem. O futuro, porém, não está ligado ao presente pelo corpo. A alma guiará o caminho seco por meio do molhado, de um corpo a outro ou de uma margem a outra. Saber abrir mão desse corpo na fé de que o outro se constituirá é saber dar o passo que leva até onde 'não dá mais pé'. Enquanto der pé, estaremos estacionados em acampamentos."

Nilton Bonder.

Bom fim de semana. Sem ficarmos estacionados em acampamentos.

quinta-feira, 3 de junho de 2010

Alma

" O ancião e o sábio alertam para o que deve ser tomado a peito e, ao mesmo tempo, riem da seriedade e rigidez do jovem. Achar-se - e o ancião tenta revelar este segredo ao jovem - é construir identidades e desfazer-se delas."

Nilton Bonder. A Alma Imoral. Página 69.

Bom feriado, queridos.

sábado, 24 de abril de 2010

Alma

"Ousaria dizer que tudo que é positivo para a vida é o que não se dissimula. O interesse do corpo que se dissimula em interesse da alma e o interesse da alma que se dissimula em interesse do corpo - eis aí o que é negativo para a vida."

Nilton Bonder. A Alma Imoral. Página 22.

sexta-feira, 2 de abril de 2010

Transgressão e Crescimento

Página 64 "A alma imoral"

"A experiência humana é marcada pela alternância de estados despertos e de torpor. Construímo-nos a partir dos acampamentos que fazemos e do levantar dos mesmos. Mas o rabi Nahum quer frisar a importância de se horrorizar, que é um dos sinais de percepção dos lugares estreitos. Quem não se horroriza perde a capacidade de detectar a estreiteza. Nossa insensibilidade se beneficia daquilo que não rompe, das ditas boas ações que não ferem os códigos da moral animal. Cada vez que fazemos o esperado, reforçamos um padrão humano automático de torpor. Existe em nós uma tendência de querer agradar a nós, aos outros e à moral de nossa cultura.

Com isso vamos gradativamente nos perdendo de nós mesmos."


Nilton Bonder.

Bom feriado.

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Alma



"Quando o corpo está exposto à estreiteza, e quando está consciente de que seu desconforto provém dela, surge então a possibilidade de acampar em frente ao mar. A partir desse lugar de impropriedade e angústia, olhamos o horizonte. Chegar até ele não mais será um processo do corpo, mas da alma. Há uma entrega, um despojamento nessa margem, que não só desnuda o corpo mas também o modifica. Essa metamorfose nos assusta com a possibilidade de estarmos abrindo mão de nossa integridade e identidade."


Nilton Bonder. A alma Imoral. página 52.
Foto da atriz Clarice Niskier na peça.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Mais "Alma"

"Existem duas formas de honrar naturezas que valem para todos os seres vivos mas que para o ser humano se fazem conscientes. A diferença humana é estar consciente não apenas de seu corpo mas de sua alma, de suas leis e de suas desobediências. É possível obedecer e desrespeitar e também desobedecer e respeitar. Estas duas possibilidades, na consciência humana, permitem a concepção da alma. Pois é a alma que identifica, para além dos interesses do corpo, tanto as desobediências que respeitam como as obediências que desrespeitam."

Nilton Bonder. A Alma Imoral. página 23.

domingo, 24 de janeiro de 2010

Atendendo a pedidos

"Aqueles que se permitem as transgressões da alma com certeza são vistos e recebidos pelos outros como estrangeiros. Os que mudam de emprego radicalmente, os que refazem relações amorosas, os que abandonam vícios, os que perdem medos, os que se libertam e os que rompem experimentam a solidão que só pode ser quebrada por outro que conheça essas experiências. A natureza da experiência pode ser totalmente distinta, mas eles se tornarão parceiros enquanto forasteiros"

Parte da "Alma Imoral" - Conterrâneos da Alma. Página 66.

Bom domingo.

quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

Alma Imoral - The End

Acabei "A Alma imoral" acho que na semana passada. Nilton Bonder diz que: "Transgredir é um processo, e o momento em que nos voltamos para outra direção marca um novo segmento de nossas histórias individuais e coletivas. O corpo e sua moral, por sua vez, percebem esse ato como uma 'desorientação'. No entanto transgredir é necessário." E diz ainda que um rabino advertiu que os pecados que um indivíduo comete não são o pior crime realizado por ele: "o verdadeiro grande crime do ser humano é que ele pode dar-se uma 'simples volta' a qualquer momento, mas não o faz".

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Contra-capa da Alma Imoral

O livro está comigo, ainda não comecei. Ou melhor, comecei há um tempo, li duas páginas, não lembro de nada, vi a peça e peguei de novo agora pra recomeçar. E a contra-capa:

"Há um olhar que sabe discernir o certo
do errado e o errado do certo.
Há um olhar que enxerga quando a obediência
significa desrespeito e a desobediência
representa respeito.
Há um olhar que reconhece os curtos caminhos
longos e os longos caminhos curtos.
Há um olhar que desnuda, que não hesita
em afirmar que existem fidelidades perversas
e traições de grande lealdade.
Este olhar é o da alma".

Nilton Bonder. Uhu.

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

A alma imoral




Alguns amigos me falaram pra assistir a peça - desde que ela estava no RJ. Nunca tinha rolado: tempo, aula, sei lá, preguiça, agora tá em São Paulo???, ainda vou, será?, etc...

Fui. Não posso falar quais foram as minhas reações durante o espetáculo e agora, aqui sozinha, escrevendo. Só conto ao vivo e/ou por e-mail. Tantos amigos que precisam também ver.

A foto é do site oficial - www.almaimoral.com. Acho que todo mundo deve saber que o livro é do Nilton Bonder. Ainda bem que não li o livro antes.